É assim que me sinto: perdi o controle sobre as minhas coisas e alguém bem pequenino dentro de mim tomou as rédeas. Minha vontade é dissertar sobre interrelações biológicas, mas achei que não seria muito apropriado pelo tom não romântico da coisa – mesmo sendo inevitável deixar de lembrar de simbiose, comensalismo, e até mesmo parasitismo.
Cheguei à conclusão que abusei um pouco nos dois últimos dias. Na segunda, passei a manhã arrumando a casa e cozinhando o que ainda se aproveitava de dentro da geladeira; fui ao mercado, carrega carro, descarrega carro, sacolas dois andares prá cima. Fui ver a aula de Taekwondo com o Rê, chegamos tarde, dormimos depois da meia noite. Na terça, dia de faxina, acordei cedo, preparei a casa para a Dna Moça não só limpar o Caminho do Papa, fui ao mercado novamente, fui à lavanderia, fui ao banco À PÉ (porque precisava andar um pouco), zanzei por algumas lojas, voltei, fiz o jantar. Resultado: cama às 10 da noite, acordando somente hoje às 8 e meia da manhã. Como se não bastasse, são 9 da noite agora e já estou caindo pelas beiradas.
Ok, ok. Já entendi! Cama e naninha!
Pelo visto, esse é só o começo…

Selma,
parece que você quer ser normal nesses 9 meses né?
Desiste…hehehehe
A gente parece uma pata desajeitada, faz xixi na hora do espirro, parece que vai vomitar na hora de dormir (órgãos comprimidos pelo crescimento do pequeno “ser”),não consegue fechar a fivela do sapato, o umbigo parece o “Buraco Negro” do “nosso” universo, cruzar as perninhas numa hora de “sou sexy grávida” nem pensar….aiaiaiaiaiai
Nessa época somos apenas mamães e não mais mulheres independentes.
è mesmo: cama e naninha….hehehehe
BJk
Oi, Selma,
é bom aproveitar porque depois a pança não vai deixar você fazer nada disso…
Beijos!
Hahaha! Bem, eu nunca tentei ser normal, prá falar a verdade! E agora sou uma freak pançuda!