Sentando na pia

Oi! Meu nome é Beatriz, e exatamente neste momento eu tenho 7 meses, 2 semanas e 5 dias de vida! Fui coadjuvante ativa e participante nas estórias aqui contadas pela minha mãe, todas elas de quando eu estava lá no quentinho da barriga dela. Ou tentando sair dela!

Se você chegou até aqui à procura de ajuda – porque seu filhote dentro da sua barriga está aprontando como eu fiz com a minha mamãe – esse é o lugar certo para tentar achar algumas respostas.

E se você quiser saber o que aconteceu desde o momento em que eu nasci, e todas as minhas traquinagens recentes, vai ser muito bom receber sua visita! É só clicar aqui nesse endereço: http://sentadanapia.wordpress.com. E também você vai saber porque minha mãe quer me colocar sentada na pia! Hihihi…

Tchau!

Published in: on setembro 17, 2009 at 2:52 pm  Deixe um comentário  

Premiação, finalmente!

Mas que desnaturada eu sou! Quase 3 meses para divulgar o ganhador do último desafio!

Na verdade, temos duas felizes ganhadoras do prêmio: a Marta (ok, não foi marmelada, hein! Rs!), e a Andrea!

On Janeiro 28, 2009 at 12:58 am marta Said: |Editar

Vamos lá: 4,320 kg e 52,5 cm . Boa sorte para mim !

On Janeiro 28, 2009 at 1:10 am Andrea Said: |Editar

Vamos tentar

53cm
4,200

Como diz minha vó : Boa hora :)

Relembrando, Beatriz nasceu com 4.28k e 52.9cm. Os números das duas ficaram bem próximos, e não dava para escolher uma só!

Parabéns! Vão ganhar um super-prêmio coreano, enviado pela nossa filhota!

Published in: on abril 24, 2009 at 7:21 pm  Comments (1)  

Muito próximo da despedida

Muito em breve nos despediremos do Gonadotrofina…

Ainda temos algumas coisas para postar por aqui, mas toda a ação de verdade agora acontece no

http://sentadanapia.wordpress.com

nosso novo blog para contar nossas aventuras e cabeçadas de dois pais de primeira viagem.

E senta na pia…

Published in: on março 8, 2009 at 7:03 pm  Deixe um comentário  

As últimas (e muitas) horas

Quando saímos de casa na manhã do dia 28 de janeiro, já sabíamos que não voltaríamos somente os dois. Teríamos nossa tão esperada filhinha conosco, revirando nossa casa e nossa vida de pernas para o ar – exatamente como queríamos. Sim, a dorzinha de barriga e o frio no estômago eram inevitáveis: quem não se abala diante do novo e do desconhecido?
Saindo de casa

Saindo de casa

Quem me conhece sabe que eu gosto de uma adrenalina no sangue…

Demos entrada no hospital às 8 e meia da manhã. Fomos direto para o Centro de Parto, onde me instalaram imediatamente no quarto que serviria como o quarto de trabalho de parto e do parto em si. É um quarto que se vê no programa da Discovery Health – História de Um Bebê – do tipo “Transformers”: quando a hora do parto chega, vem um exército e tira móvel do lugar, põe uns acessórios adicionais, instrumentos, etc. Me deram um camisolão BONITO prá vestir, e fui colocada no monitoramento fetal e das contrações. Tudo estava bem com a nenê, mas nada de contrações…

"Boniteza" de camisola...

"Boniteza" de camisola...

Monitoramento

Monitoramento

(Sim, minha barriga virava a esquina antes de mim. Quando vi essa foto, eu quase enfartei… Destaque para o papel de parede de flor de maracujá…)

E nesse meio tempo, a gente se instalava no “nosso” quartinho. Comidinhas no frigobar, roupas no armário, TV ligada procurando a programação preferida, o Rê alucinado com a máquina fotográfica registrando e filmando tudo o que podia e não podia. Qualquer semelhança com as últimas férias é mera coincidência!

Às 9 e meia da manhã chegou a médica da equipe do Dr. Lee para o primeiro exame de toque. Era a hora da verdade: a condição do meu cérvix iria determinar que tipo de indução eu receberia. Se o cérvix estivesse com um percentual “x” de afinamento, a indução seria via venal com ocitocina; se estivesse ainda grosso, a indução seria local, com um adesivo de prostaglandina diretamente no colo do útero. O diagnóstico veio rápido: nadica de nada de afinamento. Imediatamente ela colocou uma fita embebida em prostaglandinas no meu cérvix, e a partir daí era só esperar.

Confesso que fiquei até feliz com a fitinha, porque soro pendurado na mão me dá nos nervos. Mal sabia eu o preço de não ter um soro na mão.

Às 10 e meia as contrações começaram, e não passavam de uma dorzinha como uma cólica menstrual. Com o passar do tempo a dor ia aumentando, mas ainda assim como a de uma cólica menstrual. Como eu passei minha adolescência inteira padecendo de cólicas, aquilo não era nada. Até estava divertido, e eu estava bem felizinha durante o meu primeiro almoço no hospital.

Almoço feliz!

Almoço feliz!

Passei a tarde bem, com as contrações aumentando de intensidade e diminuindo o tempo entre elas, e sem problemas para administrar a dor. Às 4 da tarde, TÁ-DÁ! Finalmente a bolsa estoura! Agora sim, eu me sentia perto da nossa filhota chegar! Chamamos a médica para um outro exame de toque: afinal, eu já estava em trabalho de parto há quase 6 horas, e a bolsa estourada era um bom sinal! O exame disse outra coisa: o cérvix não tinha se alterado em nada, e em função disso nem valia a pena perguntar sobre dilatação. Mesmo assim eu perguntei, me fazendo de idiota, e a resposta veio: zero dilatação.

Começou a bater um desânimo. Eram quase 5 da tarde, 6 horas de trabalho de parto e nenhuma evolução. Já comecei a me preparar para uma noite naquele quarto, o que não estava nos meus planos iniciais. Enfim, foi assim.

A partir das 7 da noite a dor começou a aumentar progressivamente, e piorou muito quando o resto do líquido amniótico saiu – E O TAMPÃO TAMBÉM!, às 7 e meia da noite. Fui ao banheiro para trocar a fralda e a camisola que ficou emprestável, e a notícia desagradável veio: o líquido estava verde, sinal que a nenê já tinha feito o primeiro cocozinho lá dentro – o mecônio. A médica veio ao quarto, e explicou que é normal isso acontecer. E é  mesmo. Mas a partir daquele momento era necessário monitorar a nenê constantemente. A cada monitoramento, era um alívio saber que ela estava bem.

A partir daí, a sessão fotos e filminhos foi interrompida… As férias haviam acabado.

O que não estava bem eram as contrações. A impressão que me deu é que alguém tinha ligado um interruptor da dor, tamanha a intensidade dela. Era uma coisa indescritível, algo que depois me dei conta de que era a dor da transição, quando faltam dois centímetros para dilatar e começar a empurar o bebê. Bem, essa dor começou às 8 da noite, e se estendeu por toda a madrugada e início da manhã. Não preguei o olho a noite inteira, porque as contrações estavam de 7 em 7 minutos, às vezes de 3 em 3. Eu saía para andar nos corredores, parava na frente do balcão da enfermagem, as parteiras me olhavam como dizendo “sinto muito, é assim mesmo”, ia para o computador checar e-mails, mas a dor não me deixava enxergar nada. Até bloguei um post aqui, só prá dar o ar da graça e fazer uma graça, mas não foi nada engraçado. Em algum momento da noite pedi uma injeção para a dor, um tal de Demeral. Nem cócegas fez, porque se tivesse feito eu ainda teria o benefício das endorfinas da risada. Eu nem ia tentar pedir uma peridural no meio da madrugada: anestesista de plantão deve fazer parte da mitologia médica. Só me restava passar a noite urrando baixinho de 5 em 5 minutos. Ou 7. Ou 3.

Finalmente o sol nasceu, e pedi um exame de toque urgente. Com toda aquela dor na madrugada, eu deveria estar para parir a qualquer momento. O líquido continuava saindo verde, mas a nenê estava bem. Chegando a médica, a constatação era: 50% de afinamento do cérvix e UM DEDINHO de dilatação. Aí eu tive uma síncope. Passei a madrugada urrando, com dores da transição de parto, para ter UM DEDINHO DE DILATAÇÃO?

Meu mundo caiu…

Pedi mais um Demeral. Nada. Chegou o café da manhã. Ah, sei. Tô super-a-fim de comer. Mas comi, porque ia precisar de forças quando o momento chegasse. Às 8 da manhã, pedi uma peridural. A enfermeira deu aquela puxada de canto de boca comum dos coreanos quando estão em uma enrascada. Apesar de ela consentir e sair do quarto sem dizer nada, eu já sabia qual era o problema: o anestesista com certeza não estava no hospital ainda. No desespero, pedi prá tomar um banho. A água quente me ajudou bastante, e fiquei lá por um tempo que perdi a noção. Deve ter sido bastante, porque quando estava me enxugando a anestesista já estava me esperando no quarto. Olhei no relógio e era 10 e meia da manhã, cravadas 24 horas de trabalho de parto. Eu sempre ouvi estórias ruins a respeito da peridural e tinha bastante receio, mas não senti absolutamente nada, nada, nada. O meu único medo era ter uma contração no momento em que a agulha estava entrando a minha membrana, mas rezei tanto que por alguns minutos nenhuma contração veio. A anestesista colocou um cateter na peridural, e o deixou preso na altura do meu ombro. Aplicou uma injeção do descansa-leão, e em 10 minutos eu estava no céu! E no inferno também. Eu não sentia dor, mas também não tinha mais contrações. Esse era o perigo de aplicar analgésicos na peridural antes de 5 dedos de dilatação.

Meio dia e meia o efeito do analgésico passou, e só senti isso porque as contrações voltaram imediatamente após. Melhor assim. E o Rê saiu correndo prá pedir mais uma injeção do descansa-leão.

A maratona de passa-o-efeito-começa-a-urrar-corre-chamar-a-enfermeira acontecia de 2 em 2 horas.

Às 4 da tarde – 24 horas após o rompimento da bolsa – recebi a primeira injeção de antibióticos. A coisa estava ficando preocupante. Nesse momento o Wlamir chegou – nosso amigo aqui na Coreia – e disse que de lá não saía enquanto a nenê não nascesse. Ainda bem que ele me pegou em um momento de êxtase pós-peridural.

Daqui não saio!

Daqui não saio!

E as visitas não pararam de chegar, todos querendo saber o que estava acontecendo. Às quinze para seis da tarde pedi uma “licencinha prás visita”, porque o bicho estava pegando. Hora de gritar prá enfermeira mais uma dose. E hora prá gritar prá médica mais um exame de toque.

Ministrada a dose da alegria, chegou a médica. Ela fez o que tinha que fazer, e anunciou: 70% de afinamento do cérvix e 2 dedos de dilatação. Eu surtei. Ela disse que iria me dar uma injeção de pitocina, para acelerar o processo. Surtei de novo.

- Você não vai me dar injeção de pitocina coisa nenhuma.

- Mas vai te ajudar.

- EU… ESTOU… DIZENDO… QUE… NÃO… QUERO.

- Mas, mas…

- E eu quero falar com o Dr. Lee, JÁ!

Mal terminei a frase e senti uns 37 dedos cutucando o meu cérvix. Eu não tinha mais forças para dizer nada. Ela estava me ajudando de novo, tentando acelerar a dilatação. Sei. Ganhei meio dedinho de dilatação, e sabe-se o que mais lá dentro. Aí o Dr. Lee chegou às seis da tarde.

- Dr. Lee, eu não aguento mais.

- Ah, deixa eu ver…

- (de novo não…)

- Bom, você está evoluindo.

- Dr. Lee, estou há 32 HORAS de trabalho de parto. Recebendo analgésicos derruba-cavalo a cada duas horas.

- Mas você vai conseguir.

- E qual a sua previsão? Quando isso acaba?

- Eu estimo mais umas 7 ou 8 horas. Ou até mais.

- Dr. Lee, depois de uma noite inteira sem dormir, o sr. quer que – na melhor das hipóteses – eu empurre um bebê de 4.5kg às duas da manhã? EU NÃO VOU AGUENTAR!!!!

Então, resolvi encerrar a novela:

- Dr. Lee, eu quero uma cesariana. Não é de longe o que eu gostaria, mas o bom senso me diz que eu já fiz tudo o que poderia ter feito.

O Dr. Lee foi muito profissional. Ele ainda tentou me convencer do contrário, mas quando ele percebeu que nossa cabeça estava feita, e deu as ordens.

A partir daí, tudo aconteceu muito rápido. Ele saiu da sala, e logo chegou uma enfermeira para me preparar. Ela saiu, e chegou o cara do Raio X. Até tentei argumentar, mas não dava mais. Só pedi um avental de chumbo para a nenê. Depois veio alguém me dar uma injeção. E alguém colocou uma toquinha. E alguém fazia o Rê assinar um monte de papéis, autorizações, e sei lá mais o quê. Desta última, só me lembro que a menina disse que eu poderia tomar uma anestesia geral. Aí eu entrei em pânico. Onde já se viu! Todo esse trampo, e eu iria dormir durante o parto? Nem a pau, Juvenal!

Em 10 minutos eu já estava na maca correndo pelos corredores do hospital até o centro cirúrgico. Eu não via o Rê, e só sabia repetir: cadê meu marido, cadê meu marido. Chegando lá, foram precisos 6 COREANOS para me transferir para a mesa cirúrgica. E injeção de um lado, monitor em outro, um monte de gente me preparando, demarcando a região do corte, e eu discutindo com o anestesista.

- Olha, a peridural não é a mais indicada. Talvez seja preciso uma raquidiana.

- Nem pensar. Eu quero a peridural.

- Mas você vai sentir a cirurgia.

- Sentir dor?

- Não, só um incômodo.

- Moço, depois de 32 horas de parto, EU AGUENTO QUALQUER COISA.

E o Rê chegou. E a cirurgia começou. O Rê viu absolutamente tudo, e eu senti absolutamente tudo. Parecia que estava tomando uma surra. E estava mesmo, porque ela era muito grande.

Às 6:43, a Beatriz nascia. Ouvir o choro dela foi algo indescritível, e quando a colocaram perto de mim eu me pus a chorar. Óbvio! Bem, naquele momento vem uma enfermeira desesperada:

- NÃO CHORA, NÃO CHORA!

Minha pulsação subiu descontroladamente. E depois o Rê me disse que começou a jorrar muito sangue do corte, que ainda estava aberto. Opa… foi mal…

O Rê saiu com ela para o berçário, e eu fiquei lá tendo as coisas colocadas no lugar e costurada. A sensação era surreal. A partir daquele momento, nossas vidas estavam alteradas, para sempre.

A melhor mudança de todas, e a nova aventura só estava começando!!

Published in: on fevereiro 22, 2009 at 9:09 pm  Comments (10)  

Ainda respirando

Nossa filhotinha Beatriz faz uma semana de vida hoje. Nem dá prá acreditar que uma semana já se passou, tamanho o turbilhão de novidades. São caras, bocas, mãozinhas, sorrisos perdidos aqui e acolá, que derrete os pais bocós a todo o minuto.

Estou no olho do furacão, o que já era de se esperar! Ela se adaptando ao novo lar, o lar se readaptando a novíssima moradora, e os antigos moradores com aquela sensação de quem acabou de se mudar para uma casa nova, com um cheiro desconhecido e cômodos fora do lugar. Sensação interessante…

Mas as experiências da maternidade e da paternidade serão contadas em outro blog, já no forno e quase pronto para entrar no ar! Esse post é para dizer um oi a todos e que continuo viva :-) , agradecer todo o carinho, mensagens, orações, torcida organizada, noites de sono perdidas imaginando o que estava acontecendo aqui do outro lado do mundo. Nada disso tem preço, e agradecer é muito pouco. Tenham todos a certeza de que isso será lembrado prá sempre, e fará parte do legado na vida da nossa Beatriz.

Os detalhes das 32 horas de parto que terminaram em uma cesariana virão em breve! E senta que lá vem a estória…

Published in: on fevereiro 5, 2009 at 6:54 pm  Comments (9)  

E lá vamos nós…

Pois é, saímos ontem do hospital, e já estamos em casa com a nova integrante da família, a Beatriz:

Beatriz

Beatriz

Agora, é a fase do aprendizado, da paciência, da falta de sono, e tudo mais. Às vezes bate um desespero, mas eu sempre digo pra Selma: não somos os primeiros que passam por essa situação (e, obviamente, não seremos os últimos) e, se tanta gente já conseguiu tocar em frente, nós também conseguiremos. Só precisa de motivação. Bom, olhando pra foto aí em cima, motivação tem de sobra…

Na saída do quarto, caras de cansaço: as 6 noites anteriores foram brabas. Mas com a certeza de uma etapa cumprida:

09

Como diria George Lucas, “Toda saga tem um começo…”. A nossa começou há um tempo. A da Beatriz começa agora!

Renato

Published in: on fevereiro 4, 2009 at 6:57 pm  Comments (12)  

Ok, ok…fotinho

Apresentamos a vocês, a Beatriz:

Beatriz

Nessa foto, eram quase 24 horas de vida. E reparem no brinquinho, a sensação do hospital (pois os coreanos, assim como muitos outros estrangeiros, não têm o hábito de furar a orelha de recém-nascidas). Tiveram que chamar um cirurgião plástico para perfurar a orelha dela, que me disse depois que foi a primeira vez em que ele colocou brinco em um nenê.

Nós na Coréia, expandindo os horizontes da medicina coreana!

E a Selma logo volta a escrever, dá pra imaginar a recente mudança de rotina dela…

Renato

Published in: on janeiro 31, 2009 at 9:05 pm  Comments (24)  

HABEMUS FILIAM !

É com grande alegria que anunciamos o nascimento de nossa filha, Beatriz, hoje, 29 de Janeiro de 2009, às 18:43h, horário da Coréia, no hospital Soon Chun Hyang, em Seul, Coréia do Sul.

A “pequena” nasceu com 52.9cm, pesando 4.28kg !

Mãe e filha passam muitíssimo bem.

Vou deixar os agradecimentos a vocês, leitores e leitoras fiéis do nosso blog,  para um post seguinte. E detalhes também para depois.

Agora, a coisa está complicada por aqui (no bom sentido), pois parece que tem um bebê Gulliver no meio de vários bebês Lilliputianos…e que tem que aprender a mamar (e a mãe tem que aprender a dar de mamar)…

Voltamos em breve. De verdade. E obrigado. Todos foram sensacionais  mesmo.

Até já!

Published in: on janeiro 29, 2009 at 11:35 pm  Comments (31)  

Recheio

Horario: 4:40h da manha.  Local: corredor do Delivery Center do Soon Chun Hyang University Hospital em Seul, Coreia do Sul. Situacao: contracoes a cada 5 ou 6 minutos, daquelas bacanas.

E eu, na internet da Enfermaria Central do Delivery Center, blogando… So’ posso ter estrume na cabeca…

Published in: on janeiro 29, 2009 at 4:42 am  Comments (23)  

A proposito…

Bom, estamos, oficialmente, no hospital desde hoje de manha.

(este post nao vai ter acentuacao, pois estou no computador do hospital – a conexao do laptop nao esta funcionando ainda – e estou usando um teclado configurado para coreano, entao, esta’ divertido…)

Enquanto a Selma esta’ la’ no quarto, vamos ‘as ultimas informacoes do “plantao nene na Coreia”:

. entramos ‘as 8:30h no hospital, e ja’ fomos para o quarto onde e’ feito o parto (individual);

. la’ pelas 9:30h, a medica colocou o “xxxxxx” (a Selma conhece os termos tecnicos, eu nao) a fim de atacar o cervix e induzir o trabalho de parto;

. as contracoes iniciais comecaram em torno de umas 10:30h. No final da tarde, um esguicho de agua anunciou o tao esperado rompimento da bolsa. A medica confirmou tratar-se do liquido amniotico, mas tambem informou-nos que nao havia nada ainda de dilatacao;

. durante a tarde toda, as contracoes continuaram. Segundo a Selma, a dor ainda e’ suportavel, e a intensidade tem aumentado ao longo do tempo;

. o Dr. Lee veio nos visitar ‘as 18:30h, e disse que, provavelmente, a dilatacao necessaria so’ seria atingida amanha de manha;

. 1 hora depois, durante um dos esguichos, saiu o bendito tampao! Qual? Esse AQUI!

. agora, 20:40h, estamos nos preparando para uma noite que promete ser longa, ja’ que as contracoes continuam aumentando quase que exponencialmente…

Em breve, mais noticias. Possivelmente, com o desfecho da saga!

Obs.: e podem continuar com as apostas para o tamanho e peso da filhota! Cliquem AQUI!

Published in: on janeiro 28, 2009 at 8:55 pm  Comments (9)  
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